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Mastologista faz alerta sobre aumento de casos de câncer de mama em mulheres mais jovens

Dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) evidenciam que, a cada ano, cerca de 73 mil brasileiras são diagnosticadas com câncer de mama. Apesar desse número expor uma propensão ao desenvolvimento da doença em mulheres com mais de 50 anos, um fato chama a atenção: mulheres jovens, cada vez mais, estão sendo diagnosticadas com câncer de mama. De acordo com a Dra. Erica Motroni, mastologista da Casa de Saúde São José, a maioria dos casos ocorre após a menopausa, em pessoas acima dos 55 anos. Porém, ultimamente, no Brasil, é observada uma taxa acima da média mundial de incidência de câncer de mama em pacientes abaixo dos 45 anos. Ainda segundo a médica, a Região Sudeste também apresenta uma incidência acima da média nacional. “Os dados preocupam. O estudo brasileiro recente Amazona III identificou uma taxa de 17% de casos de câncer de mama diagnosticados antes dos 40 anos no Brasil. Historicamente, em todo o mundo, essa taxa era menor que 10%”, detalha a médica. Dra. Erica afirma que reconhecer a importância do diagnóstico precoce e estar informada sobre o tema são armas poderosas. “Todo diagnóstico de câncer de mama deve ser o mais precoce possível, mas em relação a pessoas mais jovens, isso é ainda mais primordial, já que nessa faixa etária ocorrem com maior frequência tumores de crescimento mais rápido”, relata.

Vida após o diagnóstico de câncer de mama

Com a chegada do diagnóstico, muitas vezes as mulheres passam por um turbilhão de emoções. Mas segundo a Dra. Erica, é importante ter em mente alguns pontos que são importantes e que vão direcionar o tratamento, como a vontade de ter filhos, por exemplo. De acordo com ela, há técnicas de preservação de fertilidade que devem ser oferecidas antes de iniciar o tratamento. A menopausa também é um fator que deve ser levado em consideração, já que a quimioterapia e outros tratamentos podem levar a um estado súbito dessa condição. Porém, os sintomas podem ser aliviados com diferentes estratégias ao longo do tratamento. Também é válido o encaminhamento ao geneticista. Pacientes com câncer de mama em idades precoces têm mais chances de serem diagnosticadas com mutações genéticas, e a presença dessas mutações ditará as mudanças necessárias no tratamento cirúrgico ou sistêmico. Por último, mas não menos relevante, a mastologista reforça a importância da valorização da saúde mental. “Incentivamos muito os cuidados com a saúde mental. As pacientes devem se sentir à vontade para conversar sobre futuro, sobre qualidade de vida, sobre saúde dentro do cenário da doença, sobre esperança e sobre resiliência. Conversar também sobre a jornada, porque ela não está sozinha”, finaliza.
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